quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Parecer do Relator, Dep. Beto Faro (PT-PA), pela aprovação do Projeto De lei 2000/2011


Parecer do Relator, Dep. Beto Faro (PT-PA), pela aprovação do Projeto De lei 2000/2011 que: -
-   Concede anistia aos trabalhadores rurais de Rondônia punidos no episódio conhecido como "Massacre de Corumbiara”. 
Obs.: o andamento da proposição fora desta Casa Legislativa não é tratado pelo sistema, devendo ser consultado nos órgãos respectivos.
Andamento
10/08/2011
PLENÁRIO (PLEN)
  • Apresentação do Projeto de Lei n. 2000/2011, pelo Deputado João Paulo Cunha (PT-SP), que: "

    "Concede anistia aos trabalhadores rurais de Rondônia punidos no episódio conhecido como "Massacre de Corumbiara."

     
    Inteiro teor
10/08/2011
COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES (CCP)
  • Publicação inicial no DCD do dia 11/08/2011
29/08/2011
Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA )
  • Às Comissões de
    Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e
    Constituição e Justiça e de Cidadania (Mérito e Art. 54, RICD)
    Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário
    Regime de Tramitação: Ordinária
    Inteiro teor
29/08/2011
COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES (CCP )
  • Publicação do despacho no DCD do dia 30/08/2011
06/09/2011
COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES (CCP)
  • Encaminhada à publicação. Avulso Inicial
06/09/2011
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
  • Recebimento pela CAPADR.
14/09/2011
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
  • Designado Relator, Dep. Moreira Mendes (PPS-RO)
25/10/2011
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
  • Devolvida sem Manifestação.
26/10/2011
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
  • Designado Relator, Dep. Beto Faro (PT-PA)
01/11/2011
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR)
  • Apresentação do Parecer do Relator n. 1 CAPADR, pelo Deputado Beto Faro (PT-PA). Inteiro teor
  • Parecer do Relator, Dep. Beto Faro (PT-PA), pela aprovação. Inteiro teor





      Câmara dos Deputados


PL 2.000/2011

Autor: João Paulo Cunha -
Data da Apresentação: 10/08/2011

Ementa:
Concede anistia aos trabalhadores rurais de Rondônia punidos no episódio conhecido como "Massacre de Corumbiara.

Forma de Apreciação:
Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário

Texto Despacho:
Às Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e Constituição e Justiça e de Cidadania (Mérito e Art. 54, RICD) Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário Regime de Tramitação: Ordinária

Regime de tramitação:
Ordinária

Em 29/08/2011



Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e
Desenvolvimento Rural – CAPADR

PROJETO DE LEI Nº 2.000, DE 2011
Concede anistia aos trabalhadores rurais de Rondônia punidos no episódio conhecido como “Massacre de Corumbiara”

Autor: Deputado JOÃO PAULO CUNHA
Relator: Deputado BETO FARO


I - RELATÓRIO

O Projeto de Lei nº 2.000, de 2011, de autoria do ilustre Deputado João Paulo Cunha, propõe a concessão de anistia para todos os trabalhadores rurais do estado de Rondônia, punidos pela participação no episódio conhecido como o “Massacre de Corumbiara”.
A anistia proposta a esses trabalhadores alcança os crimes definidos no Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e nas legislações especiais.
Não foram apresentadas Emendas à propositura
É o Relatório.
II – VOTO
Restando duas sessões para expirar o prazo regimental previsto para a tramitação do PL nº 2.000, de 2001, nesta Comissão, fui incumbido de Relatá-lo.
O referido Projeto de Lei, sob o amparo da legislação pertinente, e refletindo a sensibilidade social e o sentimento de justiça do autor, sugere a concessão de anistia para os trabalhadores rurais punidos por terem participado do chamado “Massacre de Corumbiara”.
Esse evento, ocorrido em 1995, ocupa lugar de relevo entre os recorrentes casos de violência extrema praticados em represália às lutas dos trabalhadores rurais, com a participação direta de agentes públicos, que lamentavelmente mancham a história do Brasil, mesmo em seu período recente.
O episódio em questão foi o desfecho trágico da jornada de 24 dias de cerca de 600 trabalhadores e trabalhadoras rurais que „ousaram‟ se organizar e lutar pela garantia da sobrevivência de suas famílias por meio da conquista de um „pedaço de chão‟ no interior de um latifúndio improdutivo com área em torno de 20 mil hectares, irregulares segundo o Incra, localizado no Município de Corumbiara, em Rondônia.
Até por constar em detalhes na Justificativa do Projeto, considero desnecessário retratar o contexto do episódio e os pormenores das ações de autoridades, políticos e entidades de classe, que, indiferentes às demandas populares e aos valores da democracia, resolveram ignorar as negociações em torno do caso conduzidas pela Câmara de Vereadores de Corumbiara, e partir para o uso da força desproporcional autorizando comandantes e policiais despreparados, auxiliados por jagunços, a executarem o despejo, de qualquer forma, dos agricultores que ocupavam a chamada fazenda Santa Elina.
O fato é que, em plena madrugada de 9 de agosto de 1995, dezenas de policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia, com o reforço de jagunços e, conforme os dados da perícia oficial, portanto farto armamento de grosso calibre investiram covardemente com bombas de gás lacrimogênio e balas contra crianças, jovens, mulheres e homens. Estes, segundo a própria PM, estariam “armados” com 2 revólveres 38; espingardas velhas para caça e ferramentas de trabalho.
Dessa ação, além da destruição e incêndio do acampamento, do uso de mulheres como escudos humanos, e do pânico e terror provocado aos jovens, crianças e adultos, resultaram, nas contas oficiais, 16 pessoas mortas, entre elas, uma criança de nove anos e dois policiais. Foram contabilizados, ainda, 07 trabalhadores desaparecidos. No entanto, para os agricultores, o número de mortos pode ter passado de 100, pois, muitos deles tiveram os corpos enterrados sumariamente. Contudo, numa inversão deplorável do caso, o Poder Judiciário de Rondônia transformou vítimas em réus, levando a julgamento e condenação, de forma arbitrária, por homicídio, os trabalhadores rurais Claudemir Gilberto Ramos e Cícero Pereira Leite Neto e, de outra parte, absolveu quase a totalidade dos policiais que executaram o “massacre”. Esses trabalhadores não tiveram êxito nos recursos impetrados no Judiciário, somente encontrando amparo na Comissão Interamericana dos Direitos da Pessoa Humana da OEA, e assim consagrando mais um prejuízo inominável para a imagem do Brasil no exterior. Essa instância da OEA reconheceu a omissão e as violações de direitos humanos por parte do Estado brasileiro na investigação e punição dos verdadeiros responsáveis pelo massacre e determinou a adoção de uma série de providências pelo Brasil.
Neste sentido, destaco o seguinte trecho das conclusões do Relatório nº 32/04 – Caso 11.556 – Corumbiara – Brasil, aprovado na sessão nº 1.620, de 11 de março de 2004, da OEA:

“....o Estado brasileiro é responsável pela violação do direito à vida, à integridade pessoal, à proteção judicial, e a garantias judiciais consagradas nos artigos 4, 5, 25 e 8, respectivamente, da Convenção Americana, em detrimento dos trabalhadores sem terra identificados neste Relatório, em virtude das execuções extrajudiciais, lesões à integridade pessoal e violações da obrigação de investigar, do direito a um recurso efetivo e das garantias judiciais, cometidas em prejuízo daqueles. A Comissão também determina que o Estado violou seu dever de adotar disposições de direito interno, nos termos do artigo 2 da Convenção Americana, deixando também de cumprir a obrigação que lhes impõe o artigo 1.1 de respeitar e garantir os direitos consagrados na Convenção. A CIDH conclui também que o Estado brasileiro violou os artigos 1, 6 e 8 da Convenção Interamericana para Prevenir e Punir a Tortura...”

Ante o exposto, considero a iniciativa do ilustre Deputado João Paulo Cunha de grande envergadura política e jurídica. No plano jurídico, ao propor a anistia aos trabalhadores, restaura princípios elementares do Direito numa sociedade que se pretende moderna e democrática. No aspecto jurídico, além de reparar as violações aos Direitos Humanos pelo Estado brasileiro, gera efeitos na minimização dos estragos causados à imagem externa de um país que postula assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, e que luta por um posicionamento de destaque na ordem econômica e política global.
Nesses termos, louvamos a iniciativa e votamos favoravelmente ao Projeto de Lei nº 2.000, de 2011.

Sala da Comissão, em de outubro de 2011.
Deputado BETO FARO





terça-feira, 1 de novembro de 2011

Araguaia A Guerrilha Vista por Dentro.

Camponeses do Araguaia A Guerrilha vista por dentro, documentário completo, baixado em 10/07 e postado em 11/07/2011. Da série Caminhos da Reportagem, Guerrilha do Araguaia, reportagem: Emerson Pena e Paula Simas, edição:
Floriano Filho.




Tirado de grabois.org.br: Transcorridos quase 40 anos, a Guerrilha do Araguaia permanece um episódio inconcluso. Os documentos oficiais referentes a esse destacado movimento de resistência armada à ditadura militar e de luta pela conquista da democracia permanecem sob sigilo. Os restos mortais de guerrilheiros continuam desaparecidos, pois a repressão cometeu o crime de ocultá-los. Por outro lado, os camponeses da região que foram vítimas de torturas e violências não usufruem da lei que criou o Regime do Anistiado Político. Mesmo alguns já reconhecidos como tal pela Comissão de Anistia tiveram essa conquista suspensa por decisão de um juiz federal do Rio de Janeiro. O povo brasileiro tem o direito de saber sobre a sua própria história. A quebra do sigilo dos documentos contribui para o resgate da verdade e da memória. Aos familiares dos desaparecidos do Araguaia, deve ser assegurado o direito humanitário de um funeral honroso aos seus mortos. É inadmissível que os camponeses que foram torturados não sejam beneficiados pela Lei da Anistia. O fato de o Estado brasileiro reconhecer as atrocidades contra eles e lhes conceder a merecida indenização contribuirá para que no futuro não se repitam esses crimes hediondos. (fonte: FUNDAÇÃO MAURÍCIO GRABOIS).

domingo, 23 de outubro de 2011

Para que serve o Estado, de fato?‏

 Texto postado originalmente por INSTITUTO NACIONAL DE FORMAÇÃO CAMPONÊS ADELINO RAMOS INSTITUTO ADELINO RAMOS-INFCAR em 10/23/2011 05:20:00 AM.

Quando se fala em sem terra ou em movimento sem terra, vem logo a nossa mente, um bando de pessoas, vestidas de vermelho, com enxadas e foices nas mãos e barracas de plásticos de lona pretos. Essa é a imagem que as mídias passam para nós.
Mas a verdade, não interessa mostrar!

O ocorrido em Corumbiara, Estado de Rondônia em 1995, mais conhecido como MASSACRE DE CORUMBIARA, onde 11 trabalhadores do campo foram mortos, acusados de serem invasores de terras, a mídia vendeu que era um bando de baderneiros, que invade e destrói o que é dos outros.

Mas a verdade é outra! Tanto o MASSACRE DE CORUMBIARA, quanto o julgamento foram uma verdadeira farsa. Os policiais que foram condenados tiveram direito a mais um julgamento e foram absolvidos. Já os camponeses, foram condenados e sem direito a um novo julgamento.

A CPT (Comissão Pastoral da Terra) prontamente acionou a OEA (Organização dos Estados Americanos) para que interviesse no caso. A apuração da OEA mostrou que houve falhas gravíssimas nas investigações feitas exclusivamente pela polícia de Rondônia.

O governo Brasileiro até hoje está com o Relatório da OEA engavetado. Isso porque o relatório solicita uma nova investigação sobre o caso do MASSACRE DE CORUMBIARA.

O Comitê Nacional em Defesa dos Camponeses buscou vários entendimentos para saber do Governo, o porquê nada fez sobre o relatório da OEA e até agora não obtivemos respostas!

Restou-nos procurar por parlamentares que pudesse ajudar e encontramos um companheiro Dep.Federal João Paulo Cunha PT-SP  que se dispôs a ajudar, protocolando na Câmara dos Deputados um PEDIDO DE ANISTIA POLÍTICA AOS TRABALHADORES CAMPONESES DE CORUMBIARA, projeto de número 2000/2011, que tramita na Câmara dos Deputados.

Essa foi o único caminho que encontramos para chamar a atenção da sociedade e buscar uma solução para o caso. Portanto, precisamos da sua ajuda!!!

Para maiores informações, temos alguns Blogs e páginas de internet que vocês podem acessar e saber que estamos falando para vocês. Ajude-nos, ajude o Brasil a corrigir este crime contra os trabalhadores do campo.




quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Campanha Estado da Palestina Já!



A Campanha pelo Estado da Palestina terá manifestações em várias cidades do Brasil e do Mundo no dia 20/09/2011, aguardando as votações que ocorreram um dia após na ONU para a inclusão da Palestina como membro pleno desta entidade.

ATO PELO ESTADO DA PALESTINA JÁ:

Em Curitiba – DIA 20/09/2011 – BOCA MALDITA 
Ato/vigília das 17 às 20 horas. Será instalada uma Barraca, velas para lembrar os Bombardeios de 2008/2009 em Gaza, e Exposição de fotos.

Em São Paulo – DIA 20/09/2011
Ato Publico e caminhada pelo Estado da Palestina Já! Será na Praça Ramos de Azevedo- Centro- São Paulo, em frente ao Teatro Municipal- (próximo à estação Anhangabaú do Metro).

Matéria complementar tirada de BRASIL DE FATO – Internacional

Nações Unidas pelo reconhecimento da Palestina

O *embaixador da Palestina no Brasil fala sobre a batalha decisiva que se aproxima, na ONU, pelo reconhecimento de seu Estado.
Vinicius Mansur
De Brasília (DF)

A Liga dos países Árabes já anunciou que solicitará à Organização das Nações Unidas(ONU), ainda este mês, a inclusão da Palestina como membro pleno desta entidade. A ONU deverá levar o tema à votação até o mês de setembro. Contando com amplo apoio na comunidade internacional, a luta palestina tentará escrever capítulos decisivos de sua história no próximo período. No Brasil, a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) lançou no último dia 20 a "Campanha Estado da Palestina já!".
O Brasil de Fato entrevistou o embaixador da Palestina no País, Ibrahim Alzeben, para abordar o atual estágio desta articulação internacional. Além disto, o embaixador também discorre sobre a importância brasileira e latino-americana nesta luta, revela que o Estado Palestino deverá ser reconhecido em breve pela Colômbia – único país sul americano que ainda não o fez – e ainda comenta a atual conjuntura política em seu país sob a luz da "Primavera Árabe". 
Confira a entrevista.

Leia esta matéria na integra em: http://www.palestinaja.org/site/index.php?option=com_content&view=article&id=9:embaixador&catid=3:ultimas&Itemid=21

terça-feira, 9 de agosto de 2011

9 DE AGOSTO 16 ANOS DO MASSACRE DE CORUMBIARA

Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (FETAGRO) coordena ações em benefício aos trabalhadores rurais vítimas do massacre.

Um dos piores registros da história do Estado de Rondônia completa 16 anos hoje, 9 de agosto. O Massacre de Corumbiara, conflito agrário ocorrido entre campesinos e policiais militares na fazenda Santa Elina, no município de Corumbiara, região Sul do Estado, no ano de 1995, ainda é causa de luta para muitos trabalhadores rurais. O episódio, conhecido internacionalmente, marca a história de luta pela conquista da terra em Rondônia.

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia (FETAGRO), como entidade representativa de trabalhadores rurais tem estado à frente de ações que façam justiça aos vitimados do massacre. Entre as ações está o pedido de indenização das vítimas, por meio de processo judicial ajuizado em janeiro último. A Federação intermedia as ações para 204 vítimas, uma vez que estas não receberam assistência do poder público e muitas estão impossibilitadas de trabalharem devido as sequelas de torturas físicas e psicológicas a que foram submetidas.

De acordo com o departamento jurídico da entidade o processo está na fase de Despacho Saneador, na qual o juiz deverá verificar as eventuais nulidades, representação das partes, prescrição e demais atos atinentes ao processo. Diante destas ações é proferido o Despacho e dado o prosseguimento do feito com a eventual designação de audiência e perícia técnica quanto ao pedido nos autos.

A Federação também buscará apoio ao Ministério Público, OAB e Assembleia Legislativa no intuito de que seja criada uma Lei que obrigue o Estado a prestar amparo às vítimas que sofrem sérios problemas de saúde decorrentes das torturas físicas e psicológicas sofridas.

Ainda pela luta às diferentes consequências do massacre, a FETAGRO, por meio do movimento Grito da Terra Brasil, nas edições 2010 e 2011, priorizou nas pautas o pedido de pagamento dos Títulos da Dívida Agrária (TDA) da fazenda Santa Elina para que possa haver o assentamento das famílias naquelas terras. O pagamento dos TDAs foi assegurado após audiência com o presidente nacional do INCRA, Celso Lacerda e representantes do Ministério da Fazenda.

O presidente da entidade, Lázaro Aparecido Dobri ressalta que a Federação defende prioritariamente o assentamento de todas as vítimas do massacre que ainda não foram beneficiadas com a Reforma Agrária. “Nós queremos que essa fazenda se transforme no melhor assentamento de Rondônia, pois acreditamos no poder da reforma agrária como instrumento de desenvolvimento”, disse Lázaro. “Todas as vitimas precisam ser assentadas, indenizadas e temos trabalhado incessantemente para que isso aconteça”, acrescentou.

Texto original em: http://www.rondonoticias.com.br/?noticia,98161,fetagro-registra-16-anos-do-massacre-de-corumbiara

Postado também em: http://camponescorumbiara.blogspot.com/2011/08/fetagro-registra-16-anos-do-massacre-de.html

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Comitê Nacional Solidário a Vitimas do Massacre de Corumbiara: Carta Aberta em Agradecimento a todos os Companhei...

Não há a necessidade de transcrever a notícia, você pode ler na integra no Blog do Comitê, é só clicar no título acima ou no sublinhado abaixo que lhe levará diretamente ao Blog...

Comitê Nacional Solidário a Vitimas do Massacre de Corumbiara: Carta Aberta em Agradecimento a todos os Companhei...: "Nós do Comitê Solidário as Vitimas Camponesas- Brasil Vimos através dessa carta agradecer de público ,a todos os Companheiros(as),qu..."

Lembrando ainda que o abaixo-assinado na Internet para informar a opinião pública sobre os acontecimentos de Corumbiara-RO, ainda continua no Link da Petição.

A Petição Pública é um sítio que tem ajudado a várias causas... para acessar o link e assinar a petição entre no link abaixo:

Link do Abaixo-Assinado: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N9768 e/ou http://t.co/VdRK82T