quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Curitiba recebe o 2º Encontro de Blogueir@s, Redes Sociais e Cultura Digital do Paraná, em abril de 2013 - paranablogs - Blogoosfero

Postado originalmente: 30 de Janeiro de 2013, por Paraná Blogs 


Liberdade de expressão, jornalismo na web, democracia digital, marco civil da internet e democratização da comunicação.
Estes e outros temas estarão em debate no II Encontro de Blogueir@s, Redes Sociais e Cultura Digital do Paraná, também conhecido como #2ParanaBlogs, de 12 a 14 de abril em Curitiba.


O evento, na nova sede do SISMUC, vai reunir blogueir@s, ativistas digitais, jornalistas, comunicadores populares, estudantes e internautas do Paraná e outros estados.
Para os debates, já estão confirmados nomes de expressão nacional e regional, como o do teólogo Leonardo Boff, do comunicador Vito Gianotti e da blogueira Conceição Oliveira, do Blog da Maria Frô. Nos próximos dias a organização do evento pretende divulgar novas confirmações de convidados.
Entre os paranaenses, estarão nas mesas de debate os jornalistas Esmael Morais, do Blog do Esmael, Joice Hasselmann, do Blog da Joice, Ronildo Pimentel, do Boca Maldita, o deputado federal João Arruda, presidente da Comissão do Marco Civil da internet, o advogado Tarso Cabral, do Blog do Tarso, o senador Roberto Requião, entre outros.
As mesas de debate, temas e convidados ainda podem ser sugeridos através do blog oficial do evento (blogoosfero.com/paranablogs).
Além dos temas relacionados, o #2ParanáBlogs pretende discutir uma série de temas que interessam a todos os internautas, como as novas legislações de internet, que alteram a forma como os cidadãos tem acesso à rede.
#ParanaBlogs - A primeira edição do Encontro de Blogs, Redes Sociais e Cultura Digital do Paraná aconteceu no ano de 2011, em Curitiba. Na oportunidade, mais de 60 internautas compareceram. Eles tiveram oportunidade de manterem contato, durante o evento, com ativistas de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
O #ParanáBlogs é a etapa preparatória estadual para o Encontro Nacional de Blogueiros, que em 2014 chegará à sua quarta edição, e para o II Encontro Mundial de Blogueiros, que tem data prevista para acontecer em outubro de 2013, na cidade de Foz do Iguaçu, sede permanente do evento.
O II Encontro de Blogueiros, Redes Sociais e Cultura Digital do Paraná conta com o apoio do SISMUC, Sindijor, Sindjus, TIE Brasil, Poolblique, Blogoosfero e do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé.

Fonte:
Curitiba recebe o 2º Encontro de Blogueir@s, Redes Sociais e Cultura Digital do Paraná, em abril de 2013 - paranablogs - Blogoosfero

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Blogoosfero foi criado por blogueiros. Veja como utilizar essa ferramenta de comunicação



O Blogoosfero foi lançado em maio de 2012, durante do 3° Encontro Nacional de Blogueiros, em Salvador. É uma das grandes ferramentas usadas pelos blogueiros progressistas.
O Blogoosfero é uma plataforma livre, colaborativa e segura.
O Blogoosfero é Liberdade e Autonomia Tecnológica, Liberdade de Expressão, Segurança e Desenvolvimento Nacional, reunidos um ambiente de grande interação entre os usuários.
O Blogoosfero é rede social, blog, fórum, galeria de fotos, agenda, gerenciador de conteúdo, agregador de notícias e empreendimento social auto-sustentável, aberto e livre para quem quiser participar.
Com o Blogoosfero você deixa de ser um mero usuário de tecnologias de informação e passa a ser dono delas.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Senado rejeita mudanças e aprova MP da energia elétrica


De Agência Senado - 18/12/2012 - 22h25 Plenário - Votações - Atualizado em 18/12/2012 - 23h04

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (18) o PLV 30/2012, derivado da medida provisória (MP) 579/2012, que trata da renovação de concessões de empresas de eletricidade e reduz em até 20% o preço da tarifa de energia. Senadores oposicionistas propuseram redução ainda maior no preço das tarifas, por meio de isenções do Programa de Integração Social (PIS), do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e da Contribuição Social para financiamento da Seguridade Social (Cofins). O destaque apresentado nesse sentido, porém, foi rejeitado.



A inclusão da MP na pauta  motivou duras críticas do DEM e do PSDB. O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) sublinhou que a matéria entrou na pauta do Senado logo após a votação dos destaques na Câmara dos Deputados, sem que houvesse tempo hábil para análise da Casa.

- Cinco minutos depois da aprovação na Câmara, a medida estava sendo lida no Senado. Nem Ayrton Senna nos melhores tempos! Se tudo no Brasil tivesse essa agilidade, o país estaria bem – ironizou.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), no mesmo sentido, afirmou que a relevância da matéria justificaria mais tempo para discussão, e criticou o "rolo compressor" do governo, que leva o Senado a votar sem conhecer em profundidade o conteúdo da proposta.

Em resposta, o presidente do Senado, José Sarney, afirmou que o Senado participou da comissão mista que analisa a medida provisória e já teria, assim, conhecimento do conteúdo da matéria. Sarney disse que a Mesa não violou o Regimento nem a vontade das lideranças e acrescentou que a pressa se deve à relevância da matéria, que pode reduzir a conta de energia para o consumidor brasileiro. Sarney disse também que a oposição anteriormente concordara com a decisão de incluir a matéria na pauta.

- Não estamos fazendo isso pela primeira vez. Estamos apenas cumprindo o que diz a Constituição. Vamos prosseguir na apreciação da matéria – afirmou, lembrando outras ocasiões em que medidas provisórias foram lidas e votadas na mesma sessão do Senado.

'Intervencionismo'

Aécio Neves manifestou apoio à redução nas tarifas de energia, mas condenou o "intervencionismo" do governo federal no setor elétrico e a "exploração política de uma questão de tal seriedade". Para ele, Dilma Rousseff deveria ter tido a "generosidade" de buscar o apoio dos governadores dos estados que controlam empresas geradoras de energia e dos dirigentes de tais companhias, mas preferiu passar a ideia de ter uma "varinha de condão" capaz de reduzir as tarifas.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) disse que a medida é "populista e aproveitadora" por parte do governo, que faz crer que a oposição é contra a redução de tarifas. Ele também chamou a atenção para os prejuízos que a intervenção federal deverá causar à economia do país.

O procedimento "autoritário" do governo federal também foi criticado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que salientou a situação das concessões de várias usinas das Centrais Elétricas de São Paulo (Cesp) que vencem em 2015. Segundo Aloysio Nunes, o governo federal já sabia dos prazos de concessão e teve tempo suficiente para debater as renovações com a participação do Congresso e a defesa do acionistas minoritários da Cesp.

Competitividade

Já o senador Sergio Souza (PMDB-PR) afirmou que a medida serve para baixar o custo Brasil e estimular o setor produtivo através do aumento da competitividade. Ele disse que as tarifas embutem o custo da construção das usinas e das linhas, mesmo que as obras já estejam pagas. Para ele, os governadores não devem se preocupar com a redução na arrecadação tributária decorrente das tarifas mais baixas.
- [A redução] significa mais dinheiro no bolso do setor produtivo, o que amplia a base tributária, o que mais que compensará a redução nas tarifas - declarou.

Para o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), a medida levanta uma discussão mais ampla, sobre o papel do Estado na economia. Ele disse esperar que providências semelhantes sejam tomadas pelo governo em outros setores. O senador declarou considerar injusto que o consumidor tenha que pagar "várias vezes" por usinas que já estão pagas - o que, em sua avaliação, garante os elevados lucros das empresas de capital privado.

Na mesma linha, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) fez crítica veemente aos argumentos da oposição, contrária à intervenção do Estado. Ele apontou o alto custo das tarifas de energia praticadas no Brasil e elogiou a decisão da presidente da República de intervir no setor de energia. O senador ressaltou que, quando governador do Paraná, impediu o leilão da Companhia Paranaense de Energia (Copel), que passou de "elefante branco" a empresa lucrativa. Requião porém criticou a "timidez" da medida provisória em relação aos investidores. Segundo ele, os acionistas deveriam ter o "patriotismo" de aceitar redução na distribuição dos lucros. O senador sugeriu ainda a criação de uma empresa pública para cuidar das empresas que não renovarem seus contratos.

Desoneração

O senador José Agripino (DEM-RN) lembrou que, em sua campanha presidencial (2010), Dilma prometeu que zeraria PIS, Pasep e Cofins de saneamento, transporte e energia elétrica. O senador Mário Couto (PSDB-PA) chegou a declarar que Dilma Rousseff "mentiu à nação" quando prometeu baixar as tarifas em 25%, e afirmou que o governo deveria ter a coerência de orientar a base parlamentar a apoiar a desoneração de tributos federais sobre a eletricidade, como propôs a oposição.

O relator da MP, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), argumentou que os estados devem cumprir sua parte na desoneração, chamando a atenção para estados que cobram 30% de imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) sobre a energia. Renan Calheiros, porém, foi contra a aprovação de destaques: conforme lembrou, se a MP fosse modificada no Senado, teria que voltar a tramitar na Câmara e a redução nas contas de luz acabaria sendo adiada.

Os líderes da oposição retiraram todos os destaques, exceto a Emenda 382, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP). A emenda - que acabou rejeitada por 48 votos a 15 no Senado - determinava mudança no regime de tributação de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre a energia elétrica de modo a reduzir as tarifas.


Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MARX E A ECOLOGIA


Antes mesmo da concepção de sustentabilidade e das preocupações ambientais modernas, Marx já escrevia sobre a necessidade de cuidados com a natureza. Para ele, o homem é parte integrante dela. Entretanto esses conceitos dividem opiniões até hoje.

Conceitos como sustentabilidade e ecologia já eram discutidos muito antes de se tornarem moda nos meios empresariais e midiáticos, como acontece hoje. A preocupação com o equilíbrio da natureza fazia parte dos estudos de Karl Marx que, com outros termos, abordava a necessidade de uma economia equilibrada, e para tanto, o consumo consciente, sempre relacionando esses aspectos à justiça social.
Em "O Capital", além de falar sobre o capitalismo, que esgota as forças do trabalhador, ele aponta suas reflexões também para o esgotamento da terra pelo sistema. Além disso, ele propõe que o homem á parte da natureza e, portanto, deveria ter papel de guardião desta natureza. Mas, há quem diga que esses conceitos não se aplicam na teoria de Marx, resultado de interpretações enviesadas de sua obra (...)

Para se aprofundar mais sobre o assunto leia em:


Portal Ciência & Vida - Filosofia, História, Psicologia e Sociologia - Editora Escala.



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Rússia suspende importações de milho da Monsanto suspeito de causar câncer: Voz da Rússia


O governo da Rússia suspendeu a importação e venda de milho geneticamente modificado da Monsanto depois de um estudo francês sugerir que o alimento pode causar câncer.

milho de Monsanto, câncer

O relatório elaborado pela Universidade da França de Caen, publicado na semana passada, afirmou que ratos alimentados durante um período de dois anos com milho transgênico da empresa desenvolveram mais tumores e outras patologias que um grupo de animais que comeram milho orgânico. O milho é geneticamente modificado para resistir a pragas.

Capa do DVD que mostra irregularidades praticadas pela Monsanto
A Monsanto criticou o estudo, dizendo que os dados não satisfazem padrões mínimos aceitáveis para este tipo de pesquisa científica.
A decisão das autoridades russas aconteceu depois que o Instituto de Nutrição do país constatou os mesmos problemas.

Fonte: SÍTIO A VOZ DA RÚSSIA. Rússia suspende importações de milho da Monsanto suspeito de causar câncer. Online. 26/09/2012 Disponível em: http://portuguese.ruvr.ru/2012_09_26/89419606/ Capturado em 29/09/2012.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Expansão agrícola levou prosperidade a poucos, diz pesquisa


Cidades paulistas que experimentaram uma forte expansão da agricultura entre 1990 e 2008 observaram também um aumento da pobreza relativa — a incapacidade de se viver de acordo com o custo de vida local — e o acirramento dos conflitos agrários. A conclusão é de um estudo realizado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).



O trabalho, que cruzou informações sobre concentração de renda, pobreza relativa, produção agrícola e mortes por conflitos no campo, demonstra que, nas regiões Oeste e o Nordeste do Estado, o aquecimento da atividade agrícola foi acompanhado do aumento da violência e da marginalização econômica.
“Isso reitera o fato de que esse modo de produção leva aos municípios uma prosperidade concentrada nas mãos de poucos, enquanto gera um número cada vez maior de excluídos”, conclui o autor da pesquisa, Tiago Avanço Cubas, em nota.
A Favela do Simioni, maior de Ribeirão Preto, abriga 3,4 mil pessoas. (Foto: Reprodução EPTV)
A Favela do Simioni, a maior de Ribeirão Preto, abriga 3,4 mil pessoas. (Foto: Reprodução EPTV)


Segundo ele, Ribeirão Preto, um dos principais polos do agronegócio no país, é um exemplo típico desse fenômeno. “O município viveu de 1990 a 2008 um crescimento desordenado impulsionado pelo investimento rural e que levou ao surgimento e intensificação do número de moradias precárias.” Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), citados pelo estudo, a cidade tem 26 favelas, quase todas originadas nas duas últimas décadas.


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